quinta-feira, 18 de outubro de 2018

terça-feira, 16 de outubro de 2018

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

CHARGE DA SEMANA

SEMANA FARROUPILHA

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

quinta-feira, 26 de julho de 2018

quinta-feira, 28 de junho de 2018

sexta-feira, 22 de junho de 2018

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

terça-feira, 14 de novembro de 2017

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Nenhuma semana sem Risco

Depois de um longo período afastado,sem desenhar e sem publicar,senti a necessidade de voltar a fazer charges,principalmente para propor ao leitor, a reflexão e o pensamento crítico. Afinal,a charge é uma crônica gráfica do cotidiano feita com humor e serve justamente para manifestar uma ideia.Mais do que um simples desenho, a charge é uma crítica político-social onde o artista expressa graficamente sua visão sobre determinadas situações cotidianas através da sátira.

A partir de agora, meus desenhos também estarão publicados semanalmente na página 2  do Correio do Sul Regional,de Arroio Grande.


CHARGE DA SEMANA




domingo, 8 de fevereiro de 2015

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

EDIÇÃO DE RISCO 2

 
CARTUNISTAS GAÚCHOS REÚNEM-SE EM COLETÂNEA APÓS UMA DÉCADA

O cartunista arroio-grandense DONGA participa mais uma vez da coletânea e lançamento oficial será em Porto Alegre neste final de semana

Um grupo de 34 cartunistas, autores e artistas gráficos gaúchos e paulistas se reuniram para lançar a coletânea Edição de Risco 2 (336 págs, 2014, Ed. Tinta China e Rio das Letras,). A obra será lançada domingo à tarde durante a Risco – Festa de Artes Gráficas de Porto Alegre, que acontece neste final de semana na Galeria Espaço Cultural Duque Amadeus, Bar do Marinho, Casa de Cultura Mario Quintana e Espaço 512.

A coletânea será lançada cerca de dez anos depois da elaboração da primeira Edição de Risco, que fez um retrato das artes gráficas do Estado em meados da primeira década dos anos 2000. A iniciativa é de integrantes da Grafistas Associados do Rio Grande do Sul (Grafar) em parceria com a editora Rio das Letras, de Santa Maria.

“Os cartunistas gaúchos têm uma cultura de coletânea que existe desde anos 70. Em 25 de outubro de 1975 foi lançado o QI 14, que reuniu 14 artistas gráficos do Estado. Logo após, começaram uma série de coletâneas que continuaram a ser financiadas principalmente por editoras. Todavia esta tendência se extinguiu nos anos 2000. O autofinanciamento foi uma alternativa viável”, afirma o cartunista Leandro Dóro, que organizou a iniciativa, ao lado dos também artistas gráficos Byrata Lopes, Eugênio Neves e Leandro Bierhals.

A Edição de Risco 2 conta com participação de artistas de todas as regiões do Estado, reunindo veteranos e novos talentos. Há histórias em quadrinhos, cartuns, charges, ilustrações e design gráfico. A capa de Leandro Bierhals é uma referência a Edição de Risco 1, de 2005.

As primeiras páginas também são utilizadas para homenagear cartunistas que já partiram, dentre eles Fábio Dias, Anibal Bendatti e Renato Canini. Além disso, há uma recordação fotográfica do antigo bar Tutti Giorni, que reunia artistas gráficos do Estado desde 2001 e atualmente está em transição de endereço.

O artista arroio-grandense DONGA participa mais uma vez desta coletânea e destaca a importância de participar do quadro dos grafistas do Estado que estão sempre se encontrando em eventos, como o CARTUCHO em Santa Maria, ou mesmo em Porto Alegre para discutir temas do segmento artístico.

A Edição de Risco 2 será comercializada a R$35 pelos próprios cartunistas e terá seu lançamento oficial na Risco durante a Osso – Quadrinhos no Ocidente, que terá uma edição especial no Espaço Cultural 512 (Rua João Alfredo, 512, Cidade Baixa, Porto Alegre) das 15h ás 20 horas deste domingo, 23 de novembro
 
 


 

QUANDO ANDO ARTESANANDO

O conceito da reutilização e do reaproveitamento é o que está inserido nesta  ideia e consiste basicamente em buscar na rua (normalmente nas ruas do Balneário Cassino), no lixo, nos entulhos oriundos de reformas nas casas, materiais que são jogados fora e que, com um toque artesanal, podem ser transformados em peças utilitárias ou decorativas para a casa.

Porta chapéu
Espelho e cabide

Banco

Caixa de frutas transformada em porta brinquedos

Espelho de piques velhos



Quadro de recados

Janela veneziana transformada em porta correspondências

Carretel transformado em mesa



Uma almofada de porta velha pode ser um cabide com sino

terça-feira, 2 de setembro de 2014

domingo, 10 de agosto de 2014